Texto da matéria referente ao tópico 4.4.2 Insegurança UFAL
Repórter: Lenilda Luna
Data: 24 de Outubro de 2009
Apresentadora: Depois dos casos de violência ocorridos dentro do Campus Universitário, a reitora da Ufal mostrou hoje o que está sendo feito para conter a onda de criminalidade. Alguns projetos estão em andamento, mas a sensação é de que há muito o que se fazer para garantir a segurança.
Repórter: Segundo a reitora, este ano, foram investidos 6 milhões de reais do orçamento da Ufal em segurança. A empresa de vigilância particular, contratada por meio de licitação no ano passado, triplicou o efetivo. O número de vigilantes subiu de 36 para 106 homens. Só no Hospital Universitário são 24 homens fazendo a segurança e controlando a entrada e saída das pessoas. No campus, um sistema de cancelas acionados por cartão eletrônico está em fase de implantação, mas a reitora ressalta que essas medidas não são capazes de conter completamente uma violência que é um problema social.
Reitora da Ufal: É decorrente de toda uma condição social e econômica que vem sendo cuidada por parte do Governo Federal, mas insuficiente ainda para resolver a problemática da população.
Repórter: Sobre o episódio que assustou a comunidade universitária na última sexta-feira, quando assaltantes invadiram o Hospital Universitário para rouba a agência do banco, a reitora elogiou a ação da polícia, que abordou a quadrilha na guarita, preservando funcionários e pacientes.
Reitora da Ufal: Eles tiveram até, eu diria, que o cuidado e o zelo com o Hospital de que essa ocorrência que houve não foi dentro do Hospital, foi na porta.
Repórter: O diretor do Hospital garante que a rotina já foi retomada com tranqüilidade. Mesmo assim, será feita uma consulta para saber se os funcionários querem retirar as agências que funcionam dentro do HU.
Diretor do Hospital Universitário: Esse resultado será discutido com o Conselho Diretor do Hospital Universitário e o resultado será trazido também para a professora Ana Dayse, como reitora da Universidade, para uma análise e posterior discussão a respeito do resultado.
Repórter: Outro ponto vulnerável da Universidade fica nos fundos do Campus, onde foi instalado um terminal de ônibus, que serve não apenas aos estudantes, mas aos moradores dos conjuntos habitacionais que ficam no entorno. Para proteger mais essa parte, foram colocadas cercas, vigilância motorizada, além de reforço no muro que cerca o Campus, mas sem fechar completamente a passagem. Um dos projetos para limitar a circulação de pessoas no Campus, depende ainda de parceria com a prefeitura de Maceió. A idéia é pavimentar as ruas que ficam dos dois lados da Universidade e dão acesso aos Conjuntos Vilage Campestre e Dênisson Menezes, para transferir o corredor de transporte. Desta forma, os ônibus deixariam de circular por dentro da UFAL. Assim que a prefeitura cumprir essa medida, a Universidade vai comprar dois ônibus para fazer a integração dentro do Campus apenas para os estudantes e funcionários da UFAL. A reitora garante que é preciso proteger, mas não afastar a comunidade do Campus.
Reitora: A Universidade adotou todas as medidas em cima do diagnóstico feito que precisava que ela fizesse para melhorar e garantir não somente a proteção dos prédios da Universidade, mas principalmente das pessoas que circulam na Universidade.
Repórter: Lenilda Luna
Data: 24 de Outubro de 2009
Apresentadora: Depois dos casos de violência ocorridos dentro do Campus Universitário, a reitora da Ufal mostrou hoje o que está sendo feito para conter a onda de criminalidade. Alguns projetos estão em andamento, mas a sensação é de que há muito o que se fazer para garantir a segurança.
Repórter: Segundo a reitora, este ano, foram investidos 6 milhões de reais do orçamento da Ufal em segurança. A empresa de vigilância particular, contratada por meio de licitação no ano passado, triplicou o efetivo. O número de vigilantes subiu de 36 para 106 homens. Só no Hospital Universitário são 24 homens fazendo a segurança e controlando a entrada e saída das pessoas. No campus, um sistema de cancelas acionados por cartão eletrônico está em fase de implantação, mas a reitora ressalta que essas medidas não são capazes de conter completamente uma violência que é um problema social.
Reitora da Ufal: É decorrente de toda uma condição social e econômica que vem sendo cuidada por parte do Governo Federal, mas insuficiente ainda para resolver a problemática da população.
Repórter: Sobre o episódio que assustou a comunidade universitária na última sexta-feira, quando assaltantes invadiram o Hospital Universitário para rouba a agência do banco, a reitora elogiou a ação da polícia, que abordou a quadrilha na guarita, preservando funcionários e pacientes.
Reitora da Ufal: Eles tiveram até, eu diria, que o cuidado e o zelo com o Hospital de que essa ocorrência que houve não foi dentro do Hospital, foi na porta.
Repórter: O diretor do Hospital garante que a rotina já foi retomada com tranqüilidade. Mesmo assim, será feita uma consulta para saber se os funcionários querem retirar as agências que funcionam dentro do HU.
Diretor do Hospital Universitário: Esse resultado será discutido com o Conselho Diretor do Hospital Universitário e o resultado será trazido também para a professora Ana Dayse, como reitora da Universidade, para uma análise e posterior discussão a respeito do resultado.
Repórter: Outro ponto vulnerável da Universidade fica nos fundos do Campus, onde foi instalado um terminal de ônibus, que serve não apenas aos estudantes, mas aos moradores dos conjuntos habitacionais que ficam no entorno. Para proteger mais essa parte, foram colocadas cercas, vigilância motorizada, além de reforço no muro que cerca o Campus, mas sem fechar completamente a passagem. Um dos projetos para limitar a circulação de pessoas no Campus, depende ainda de parceria com a prefeitura de Maceió. A idéia é pavimentar as ruas que ficam dos dois lados da Universidade e dão acesso aos Conjuntos Vilage Campestre e Dênisson Menezes, para transferir o corredor de transporte. Desta forma, os ônibus deixariam de circular por dentro da UFAL. Assim que a prefeitura cumprir essa medida, a Universidade vai comprar dois ônibus para fazer a integração dentro do Campus apenas para os estudantes e funcionários da UFAL. A reitora garante que é preciso proteger, mas não afastar a comunidade do Campus.
Reitora: A Universidade adotou todas as medidas em cima do diagnóstico feito que precisava que ela fizesse para melhorar e garantir não somente a proteção dos prédios da Universidade, mas principalmente das pessoas que circulam na Universidade.

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